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Hoje faz um ano que parei de trabalhar na faculdade para me dedicar a ser mãe em tempo integral. Sei que sou uma sortuda de ter podido tomar essa decisão, mas confesso que não foi fácil. Meu trabalho como coordenadora e diretora de criação na melhor faculdade de publicidade do Brasil era algo que me alimentava, me dava orgulho, me inspirava, me emocionava (quem já foi professor sabe) além de, claro, me pagar muitas contas. Mas a dinâmica da minha família estava péssima.

Eu ficava muito pouco com as crianças. Levava na escola, buscava da escola, almoçava junto, buscava na casa dos amigos, colocava para dormir, passava o final de semana junto, fazia algumas lições de casa junto, levava no pediatra. E a vida tinha o mesmo ritmo dessa frase que você acabou de ler. E era a minha família que ficava com essa falta de fôlego que você ficou. Parecia que o relógio ia nos engolir com seus ponteiros gigantes a qualquer momento. Logo ali na frente, na curva das horas. O resultado é que toda a família ficou muito estressada.

Agora me responde: para quê trabalhar pelo futuro e chegar lá sem fôlego nenhum? Aliás, a gente corre muito pensando em “chegar lá”. Mas a vida é muito mais bonita quando a gente se concentra em “estar aqui”. Então eu pedi demissão – sabendo o tanto que ia perder, mas com foco no que ia ganhar. Eu acredito na frase “É preciso abrir mão do que está perto, para conquistar o que está longe”. No meu caso foi a mudança para Miami. Apesar de nunca ter sonhado com isso e estar amando morar em São Paulo, o cenário combina muito com essa fase da nossa vida. Eu não sabia dessa mudança quando pedi demissão no começo do ano. Para a minha surpresa, essa novidade apareceu 15 dias antes do meu último dia de trabalho. Enfim, boas coisas acontecem quando a gente tem coragem de fazer o que realmente importa na vida. Mas mesmo sabendo disso, o tal do medo é difícil de ignorar.

E para tentar ajudar quem está com dificuldade em tomar essa decisão, quero dividir os aprendizados deste ano:

– Dinheiro é importante. E muito fácil de gastar. Então quando deixei de ter salário, meu trabalho passou a ser fazer a família gastar menos. Não é fácil. Mas o saldo na conta da vida é positivo.

– Colegas de trabalho fazem muita falta. Aquelas conversas do dia-a-dia você só percebe que são importantes quando deixa de ter. Então eu tento cultivar os colegas que posso. Meu cachorro, o gato que adotamos, as plantas do jardim, a música e as leituras que antes eu nunca teria tempo de fazer. Converso com os livros. Sim, eles não me chamam para tomar cerveja no final do dia, mas antes meus colegas me chamavam e eu não podia ir por causa das crianças, então essa parte vai ficar reservada para o futuro próximo. E se hoje não tenho mais os colegas, por outro lado tenho mais tempo para os amigos de verdade. Os novos e os antigos.

– Serviço de casa é muito chato.

– Aquelas compras que você faz por impulso depois de um período de trabalho exaustivo não fazem a menor falta quando você não está se sentindo assim.

– Algumas compras fazem falta. E quando você tem menos dinheiro, mas tem tempo, tem a chance de achar boas oportunidades. E ai você se sente duplamente bem – nada como se sentir esperta.

– Eu morria de medo do tédio de ficar em casa. Mas acredite, mesmo estando em casa as crianças continuam crescendo rápido. Então cada dia é um desafio novo. Igual àqueles lugares bacanas de se trabalhar. Com a diferença de que na sua casa, quem manda é você.

– Dormir é o melhor remédio para tudo. Da gripe à TPM passando pelas dores nas costas. E como é bom poder não trabalhar e descansar o corpo quando ele pede. (Inclusive isso é uma economia incrível de dinheiro)

– Arrumar a casa não é tão chato, uma vez que você vai adquirindo alguma prática.

– As crianças precisam sim de uma mãe por perto. Há um ano, meus filhos não tem nem se quer um resfriado, passaram muito bem pela adaptação de clima, língua e cultura e tenho certeza que isso é fruto do meu trabalho estando presente com eles todos esses dias.

– A divisão de funções (um trabalha e paga as contas, outro fica em casa e cuida dos filhos) é antiga e continua dando certo. Nada mais de fazer supermercado às 2 horas da manhã ou usar o domingo inteiro para organizar alguma coisa na casa. Com as funções divididas, o casal vive melhor.

– Ser mãe dá muito trabalho. É muito mais do que levar, buscar e pagar as contas. Ser mãe também é entender o que o filho está sentindo e ao invés de conversar com ele como adulto e tentar resolver em 5 minutos (porque já está na hora de dormir), ser mãe é usar a intuição, é conversar com outras pessoas, aprender, achar a solução e ir atrás.

– Arrumar a casa com as próprias mãos durante um ano, significa uma grande economia de dinheiro. Além de ser ótimo para aliviar a tensão, as preocupações, aquela cabeça louca que às vezes surge quando se é mulher e precisa lidar com um batalhão de hormônios nem sempre vivendo em harmonia. Nada como mexer o corpo. E adivinha? Nem é mais tão chato assim.

– A última e maior de todas as descobertas: As melhores coisas da vida você não precisa pagar por elas. Precisa ter tempo para vivê-las. Aqui seguem algumas delas.

praia Antes que eles crescam

Dançando na chuva Antes que eles crescam

Para ir na Biblioteca não precisa de dinheiro, precisa de tempo.

Biblioteca pública.

Pôr do sol Antes que eles crescam

Natureza Antes que eles crescam

Aprendo e me inspiro muito com os livros infantis que leio para as crianças.

Aprendo e me inspiro muito com os livros infantis que leio para as crianças.

Será que algum dia volto a trabalhar fora? Com toda certeza. Isso aqui é só antes que eles cresçam.

Por Cris Leão

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271 pensamentos em “O que eu ganhei parando de trabalhar para ficar com meus filhos.

  1. Queria tanto ter essa coragem… Na verdade me falta o apoio do marido. Ele acha que tenho que trabalhar. Além disso meu dinheiro é parte integrante da renda familiar… Mas me sinto tão infeliz… Parabéns pela coragem.. Nunca quis mudar de pais mas acho qeu vou começar a torcer para isso, assim posso ter isso como desculpa. Bjs

    • Vanessa , isso também acontece comigo , sem apoio do marido as coisas ficam bem mais complicadas, tive oportunidade em parar quando fiquei viúva e a insegurança pela imaturidade da idade “20 anos” preferi continuar com a mesma rotina, hoje com 38 anos me arrependo em não ter parado naquele momento difícil, tentei sair da empresa uma vez e foi complicada a adaptação, enquanto isso fico por aqui aguardando alguma mudança , como é difícil mudar, admiro e também parabenizo pela coragem!

  2. Olá Cris,

    Trabalho desde os meus 18 anos sem parar, hoje tenho 39 anos, criei meu primeiro filho com ajuda da minha família, mãe e irmã, hoje ele tem 18 anos já faz faculdade e sinto que perdi muito da infância dele, enfim, naquela época era inviável eu parar de trabalhar. Acontece que me casei de novamente e tenho um bebê de 1 ano e 7 meses, voltei ao trabalho quando ele completou 6 meses e coloquei numa creche período integral, o valor da creche é a metade do meu salário e um estresse danado, sai correndo para deixar o bebê na creche e todo mês doença atestado meu e do marido uma falta de paz tão grande que estou pensando seriamente em pedir demissão. Meu filho já sofreu demais, muito remédio, já chegou mordido fica cheio de brotoejas pelo calor da creche e seu eu pagar uma creche mais cara que essa fico sem salário. Meu marido é a favor que eu saia já que ele tem estabilidade financeira e quando ele completar 3 anos colocaremos em meio período para eu me dedicar a concurso conseguir um emprego melhor. Tem 20 anos que estou nesse emprego sem nenhuma melhora ou benefício, mas tenho muito medo de perder minha identidade sou apegada na minha rotina no trabalho.

    • Oi Valéria, minha resposta para você e outras tantas pessoas na mesma situação foi sendo escrita no blog nesses dois anos que escrevo aqui. Você já sabe dentro de você todas as respostas. Acontece que a gente acha que mudar é fácil, mas não é. É difícil demais. Depois que muda é mais difícil ainda. Mas assim é a vida, exige da gente coragem. Boa sorte!

  3. Olá Cris,
    Tive coragem e pedi demissão, não foi fácil, pois foram 20 anos de dedicação estou cumprindo aviso para não perder meus direitos. De um lado estou me sentindo aliviada em poder ver o crescimento do meu pequeno e curtir bastante essa primeira fase da infância dele, por outro um pouco do medo da total dependência financeira que vou ter do meu marido. Mas, como falei anteriormente, saio para dar voos mais altos e será temporário até eu conseguir um emprego melhor por meio de concurso público que é um sonho antigo. Seu blog me deu uma inspiração para eu criar a coragem que estava me faltando. Obrigada por compartilhar sua experiência me ajudou muito. Valéria

  4. Ola Cris
    Eu sai do meu emprego tem sete meses,entendo,vivi e sei bem o que voce quer dizer sobre a falta de folego com a rotina corrida da familia…
    Eu levantava as 6:00 da manha,levava minha filha de 13 anos pra escola com o menor de 3 anos dormindo no carro,voltava as 7:30 pra casa onde fazia correndo mochila,lancheira do meu filho,fazia algum servico da casa e saia as 9:00 pra trabalhar,trabalhava na escola q meu filho estuda,entao ele ia junto.
    No meu horario de almoco comia em cinco minutos e corria pra buscar a minha filha na escola,tinha q sair escondido do pequeno pq ele queria ir junto e se eu levasse ele,qdo eu deixava minha filha no portao de casa (n dava tempo nem de descer do carro) ele queria ficar com ela,pq ficava cansado de ficar o dia todo na escola…
    Voltava sempre atrasada do horario de almoco e muitas vezes com ele aos berros chorando.
    Dai n trabalhava direito ouvindo ele chorar,pensando na adolescente sozinha em casa e as 18:30 qdo iamos embora o Lucca dormia no carro e so acordava no outro dia,n jantava e nos tres meu esposo,minha filha e eu jantavamos quase as 21:30 pq qdo eu chegava ainda ia fazer o jantar
    Nao conseguia pagar ninguem pra fazer faxina em casa,fim de semana era passando,lavando e faxinando, a noite nao tinha pique nem pra ir ao shopping,nao havia paz,nao havia vida na nossa cada.
    Desde q estou em casa tudo mudou a paz interior q tenho em estar com eles,vivendo pra familia compensa qlq dinheiro…
    Pras pessoas imaginarem como os filhos sentem nossa falta,no mru primeiro dia em casa busquei como de costume ,deixei em cssa a mesa do almoco pronta com guardanapos,suco,salada e sobremesa…ao entrarmos em casa ela olhou pra mesa e disse :nossa mae que bom q hoje nao vou ter q aquecer a comida no micro ondas e comer sozinha,e muito chato,qdo olhei pra ela haviam lagrimas escorrendo em seu rosto…desabei a chorar junto.
    As vezes queremos dar muitas coisas materias aos filhos,coisas q nao tivemos,mas pra eles o importante e sentirem se amados,cuidados e ter esses momentos simples porem valiosos e milagrosos em familia.
    Sei q ficou extenso mas espero ter ajudado e servir de inspiracao a muitas maes como eu.
    Bjos

      • Cris Leão…adorei seu blog…tem um grupo para q possamos trocar mais idéias e experiências ?
        Faz 2 semanas q sai do emprego de 11 anos para me dedicar a familia…

  5. Muito obrigada pelas palavras. Mesmo sabendo tudo de bom que conseguimos ao escolher a família, a angústia daquilo que perdemos ( toda escolha implica perdas) nos faz carentes de palavras como as suas. Muito obrigada mesmo!

  6. bom dia, Cris e meninas!
    Como foi bom ler esses depoimentos, eu estava me sentindo muito mal.Tenho uma filha de 1 ano e 4 meses e uma enteada de 8 anos que perdeu a mãe há 20 dias, amo minha enteada como filha! Trabalho em um concessionária de 8:00 as 18:20, as duas estudam a tarde,minha correria é grande, na hora do almoço corro p casa engulo a comida e vou ver as duas para colocar para escola, meu marido me ajuda mas sou muito agitada não gosto de esperar..rsrs…levamos as duas para escola num maior corre corre e depois elel me deixa no trabalho, à noite tenho que ver a menor que por sua vez ainda mama peito e ainda ensinar exercício a maior…uff..final de semana ela ficam na casa da vó para trabalharmos sábado e eu dar faxina na casa, moral da história, domingo é pouco de mais! Decidir com meu marido que não irei trabalhar mais fora, eu sou o tipo de mãe q dou valor a td em relação os filhos..educação, religioão, td tem q estar bem aparelhado! Obrigada a vcs, me ajudaram muito, muito! Q Deus nos abençoe e nos de a força necessária para fazermos de nossos pequenos, vasos de honra!

  7. Olá Cris

    Estou em um dilema, parar u não parar de trabalhar?! Vou tentar resumir minha história, e se você puder, me ajude nessa decisão. Antes de me casar eu trabalhava, fazia faculdade, frequentava a igreja aos domingos morava com minha irmã e às vezes saia e nossas amigas. Depois que casei, antes de terminar a faculdade, percebi como meu marido era diferente do que parecia ser. a primeira coisa que ele fez foi me levar pra nossa cidade natal e não voltar mais, ou seja, tive que abandonar a faculdade, o emprego, as amizades, tudo! Como moramos em uma cidade muito pequena e eu já não tinha mais amigas, ficava o tempo todo em casa e isso era muito entediante. A fim de manter o casamento, pois só tínhamos 4 meses de casados, procurei aceitar essas mudanças e resolvemos ter um filho. Preocupada com a chegada do bb e sem trabalhar, sem poder preparar as coisinhas para ele, consegui convencer meu marido a me deixar trabalhar, depois de muito tempo ele aceitou que eu trabalhasse na loja do irmão dele, ganhava pouco, mas já ajudava e muito. Mas ele me perturbava no trabalho, estava sempre lá, em casa eu tinha que falar tudo que se passava no trabalho, caso contrario ele brigava comigo (ciume doentio). Parei de trabalhar para evitar brigas e não ficar estressada na gravidez. Depois que o bb nasceu percebi que não dava pra ficar sem trabalhar, faltavam as coisas para a criança e ele não se importava muito e ainda me dizia: ” você não casou com homem rico, se você quer ter de tudo vai procurar outro”. Tudo isso me chateava muito, o ciumes dele, que não deixava eu ir nem na casa da minha mãe. Entrei em depressão, agora gasto com remédio, que não é barato. Surgiu a oportunidade de um emprego (ele mesmo procurou o trabalho para mim), e aqui estou, amo muito o meu trabalho, mas me vejo obrigada a abandoná-lo. O ciumes dele atrapalha muito, vive me rebaixando, me ofendendo, fico péssima. Depois que comecei a trabalhar ele não faz quase nada em casa. Eu pagava um baba para cuidar do bb, mas as coisa começaram a ficar cada vez mais difícil, resolvi colocá-lo em uma creche municipal, pago a vizinha só pra pegar ele até eu chegar em casa…ô sofrimento, meu filho adoece o tempo todo, não aguento mais ter que medicá-lo com antibióticos fortes. Já pensei em me separar,mas já vi que ele não vai me deixar em paz…e também não é isso que eu quero. Em casa aff, só confusão. Depois do trabalho tenho que fazer janta e almoço para o outro dia, lavar louça e meu bb o tempo todo me pedindo colo e o pai assistindo televisão (que inclusive eu pago assinatura e nem assisto) final de semana lavar roupa, limpar casa e tudo mais e ele ainda vive me reclamando…aff…não aguento mais. Me ajude. Obrigado!!

    • Olha minha filha, me perdoe, mas você não tem o mínimo de amor próprio? Não vejo vantagem nenhuma no seu casamento, aliás vejo só desvantagem: marido ciumento, preguiçoso, não ajuda, e só atrapalha. Se você acha que é isso que você merece da vida, então eu só tenho a lamentar essa falta de se gostar.
      Boa sorte.

      • Bom Joana, a pessoa com depressão realmente não tem amor próprio, na verdade não tem amor a nada, só tristeza. Foi bom eu não ter visto seu comentário antes, pois me deixaria muito para baixo. Graças a Deus os remédio estão fazendo efeito e já me sinto bem melhor, e passei a pensar e agir diferente, tive uma conversa séria com meu esposo, tirei tudo a limpo e ele percebeu que precisava mudar ou nosso casamento acabaria e assim o fez, ele está mudando aos poucos e cabe a mim ter paciência e perseverança. Não vou desistir do meu casamento, apesar de tudo que já passei ainda vejo vantagens (amo meu marido e principalmente, amo o nosso filho), acredito que nada é por acaso e não vivemos apenas de momentos bons. De qualquer forma, procuro tirar algo de bom em tudo, e com o seu comentário não será diferente. Realmente não é isso que eu quero para minha vida, quero ficar bem, comigo mesma, com meu marido e meu filho . Tudo de bom pra você. Obrigada, abraço.

    • Oi Emanuelle, te convido a ler tudo o que você escreveu, esquecendo dos detalhes que não foram contados, da história completa que não foi contada. Tente se distanciar um pouco da “sua verdade” e só leia como se estivesse lendo a história de uma outra pessoa. O que você acha? O que você vê ai? Depois que tiver respondido essas duas perguntas, se pergunte: qual é a minha parcela de responsabilidade por isso? O que eu (no caso você) posso fazer diferente?
      Estou dizendo isso porque não sou eu, nem ninguém, que tem a solução. A resposta está dentro de você. E casar, ficar adulto, crescer envolve uma auto reflexão, muito aprendizado e muita mudança.
      Desculpa se queria uma saída rápida. Mas estamos falando de coisas sérias, né? Não tem saída rápida.
      Boa sorte, querida. E só não se esqueça de que você, como todos nós, é filha de Deus e merece tudo que é bom e belo desse mundo.
      Mas uma opinião eu posso te dar: tira o medo da história. A decisão que tomar, não deve ser baseada no medo. Como disse Dom Quixote: “O medo é que faz que não vejas, nem ouças porque um dos efeitos do medo é turvar os sentidos, e fazer que pareçam as coisas outras do que são!”

      • Olá Cris, primeiramente muito obrigada. Você me ajudou e muito. Fiz como você me orientou, e relendo tudo que escrevi pude refletir e perceber o quanto eu errei desde o início, deixando meu marido decidir tudo por mim, fiz tudo errado, por medo, mas também vejo que há tempo para mudar tudo, nunca é tarde para recomeçar, pra aprender e mudar e quando depositamos nosso problemas nas mãos de Deus e fazemos nossa parte, as coisas mudam. Não responde seu comentário antes por que esperei que as coisas começassem a mudar de verdade para que outras pessoas em situações parecidas possa ver que nem tudo está perdido. Realmente coisas desse tipo não se resolve de uma hora para outra, requer tempo, muita paciência, compreensão, persistência, sabedoria…E tudo isso acontece aos poucos, cada dia aprendemos e amadurecemos mais e mais.
        Não é fácil quando não temos alguém por perto para desabafar e poder nos fazer perder o medo e enxergar as coisas boas da vida, as possibilidades de mudança, uma pessoa que nos motive, que nos faça refletir onde erramos e procurar mudar. O mais interessante é que esta pessoa não precisa estar perto para ajudar (como você fez, estando a milhas de distancia) o importante são as palavras bem colocadas, incentivadoras, palavras que fazem a diferença.
        Quando vi o seu blog, achei maravilhoso, adorei os artigos as dicas, e foi quando resolvi desabafar. Isso foi muito bom, quando queremos algo temos que correr atrás, não deixar que o medo nos domine.
        Estou mais confiante e decisiva, vejo que isso tem ajudado muito. Não vou para de trabalhar agora,queria muito deixar de trabalhar para ficar com meu filho, mas como as coisas estão começando a engrenar, estamos nos entendendo melhor, vou aproveitar para terminar minha faculdade. Meu marido está começou a construir uma casa maior para nós, depois que começamos a conversar direitinho, descobri que ele não me ajudava por que tinha dívidas e não conseguia pagá-las. Estou ajudando ele administrar melhor o dinheiro dele e falta pouco para liquidá-las. Depois que terminarmos de construir vou parar de trabalhar, para ficar mais com nosso filhinho. Tenho fé em Deus que daqui para frente tudo vai se acertando. Cris, muito obrigada, eternamente grata! Que Deus lhe ilumine sempre. Grande abraço.

      • Obrigada pelo comentário, Emanuelle. Obrigada por “escutar” e obrigada por me deixar saber que fiz alguma diferença. A vida parece que funciona em espiral, não é? Uma hora as coisas vão dando errado e umas vão atropelando as outras e outra hora as coisas começam a dar certo. Fico feliz de ver que você soube dialogar, soube ter calma e seguir em frente com um plano. Eu não sei de nada, mas uma coisa eu tenho certeza: viemos aqui para aprender, evoluir. E parece que vc está conseguindo. Siga em frente! Um grande abraço

  8. Eu ainda também paro. Na verdade estou me planejando para 2017. quero cuidar do meu baixinho e da minha casa!!! Não vejo a hora, bjos

  9. Eu tenho uma filha de 14 meses e estou vivendo a melhor fase da minha vida a 4 meses quando decidir ficar em casa com ela..eu sempre trabalhei fora desde dos meus 18 anos tenho 34…ralei muito..saia de casa as 5 da manhã e voltava as 8 nos últimos anos trabalhava mais tranquilo pois abri uma loja de correspondente bancário com 3/meses da minha filha tive que voltar a a trabalhar não todos os dias para pagar as contas da loja e assim foi .era uma verdadeira maratona para sair de casa.. Era tanta coisa dela para levar..arrumar bolsa,mamadeira,arrumar ela..eu demorava tanto que chegava na loja lá.pela 11 deixava ela com uma prima irmã que cuidava muito bem porém.eu pagava nesses meses foi uma.loucura total..a despesa era enorme e meu marido falou fecha essa loja..a princípio eu fiquei com medo de ficar sem DH..eu comprava bilhete da mega sena e orava a Deus para ganhar para que tivesse DH para ficar em casa com ela..sendo.que meu marido trabalha e ganha razoável mas como sempre fui independente tinha muito medo..efim se minha filha ia vacinar..pediatra ou qualquer coisa eu não ia para loja..em.janeiro coloquei uma funcionária mais a despesa aumentou mais até que o aluguel da loja aumentou quase o dobro..foi aí que a ficha caiu…que sacrifício.. Trabalhar tanto se a maioria dos contratos eubfazia por telefone.. Então decidi e Fechei a loja e Deus tem me ajudado tanto.. Estou plena..acompanhando cada passo da minha filha..contínuo fazendo meus contratos pelo telefone..os clientes me ligam diariamente e mesmo explicando que estou em casa querem fazer comigo seus empréstimos.. Então eu não ganhei na mega sena mas Deus preparou uma.maneira que eu ficar casa com minha filha..é tão maravilhoso.. Tenho disposição.. Não vivo mais caindo de sono..meu.marido.me apóia e anida claro..a casa é com ele..emagreci 6 kilos pois estou me alimentando melhor..e claro ganho menos ..não tenho estabilidade..pode ser que não entre nenhum dh mas estou tranqüila porque estou com meu amor que amo..e no futuro quando ela tiver maior quem.sabe volto a trabalhar nas sinceramente não quero mais trabalhar em algo que prende tanto e que não da liberdade , se um dia decidir ficar em casa..quero continuar assim!! As vezes nem acredito

  10. Pergunta.E quando vc larga tudo pra ficar em casa cuidando dos filhos e seu esposo nao da valor pra isso? o que fazer? pois a cobranca da parte dele e muito triste pois joga na cara piadinhas q vc ta gastando muito, come de mais e ainda por cima critica a forma como vc esta educando os filhos? e se algo nao sai como ele gosta reclama? me ajuem pois penso em volltar a trabalhar mas eu amo cuidar dos filhos e acompanhar o crescimento mas odeio cobranca e os desaforos do marido, ate tendo nao estressar mas ta dificil

    • Estou há dez anos sem trabalhar,parei a vida por CAUSA dos filhos..Estou louca pra retomar minha vida,mais me sinto muito insegura.oque eu faço me ajudem!!!

    • olá amiga,é triste quando um homem não sabe dar o valor e reconhecer a mulher guerreira que tem ao lado.Muitos acham que a mulher só está fazendo a parte dela se estiver trabalhando fora e ajudando na finança.Não consegue ver que está cuidando do maior patrimônio que se possa ter: A família, seus filhos sendo educados e cuidados por você e não por babás e ainda se pensar no custo beneficio, vale a pena ganhar 1500 e pagar 700 pra alguém ficar na sua casa? Maridos com esse pensamento tem que usar mais a inteligência . O retorno desse investimento que vc está fazendo em seus filhos, sua casa, virá a longo prazo e será tão gratificante quando ao pesar na balança ver que os rendimentos são maiores do que se imaginava e dinheiro nenhum pode comprar o caráter formado de seus filhos e a alegria de vê-los felizes. Esta é a recompensa.

  11. Parabéns, admiro a senhora por dar preferencia aos seu filhos, eu também resolvi cuidar dos meus filhos e não me arrependo, embora não tenha uma profissão tão remunerada quanto a sua também decidi trocar a musica para dar atenção integral aos meus filhos. bjs Deus abençoe!

  12. Olá meninas!
    Meu caso é exatamente ao contrário!
    Minha pequena Alice está com 7 meses e meio, minha esposa e eu trabalhamos, eu logo que soube que ia ser pai, imediatamente tranquei minha faculdade, para poder ficar com ela e para que minha esposa terminasse a dela que está quase no fim.
    O fato é que, a Alice sente muita falta da mãe, que só a vê na hora do almoço e nos finais de semana, ela tem crises de choro desesperada e só acalma quando a mãe chega.
    Eu não suportando mais isso, sugeri que minha esposa deixasse o trabalho temporariamente, foi a mesma coisa que dar um tapa na cara dela! (Não que eu faça isso!)
    Emfim, estou angustiado com essa situação, não tem acordo com ela e o futuro que vejo para o nosso casamento , infelizmente é o divórcio:/
    A única coisa que tenho implorado pra ela , é para que ela seja mãe, quanto aos afazeres domésticos, sempre a ajudei e não é por isso que irei parar de ajudá lá .
    Será que vcs entendem minha angústia?

    • Olá Carlos, tenho um casal de amigos que fizeram assim também, ela é concursada pelo Estado e prefeitura e ele trabalhava em órgão privado. Decidiu ficar em casa pra cuidar do filho e ela, depois de um ano de licença voltou a trabalhar com dor no coração.Ela tem muita vontade de largar um pra poder ficar com o filho. Como esta sua situação?

  13. Olá, Parabéns Carlos, a sua decisão está pautada em melhorar o seu casamento e a qualidade de vida da sua família, é uma pena a sua esposa não valorizar e enxergar isso, mas coloque todas as coisas aos pés do Senhor e deixe que Ele mude essa situação, peça a Ele que mude o coração da sua esposa e confie, porque só Ele pode fazer o impossível.
    Creia que vai dar certo, o sonho de Deus é a família, não pense no divórcio…

  14. Eu entendo que largar o emprego é uma decisão dificílima principalmente para a mulher que foi criada ouvindo “VC precisa ser independente”, como eu cresci. Minha mãe trabalhava fora quando eu era criança e sei que isso me proporcionou não só coisas materiais, mas uma educação melhor também. Não me sinto frustrada ou traumatizada em hipótese nenhuma, mas até hoje me lembro da sensação de não ver minha mãe nas festas da escola, de não ter ela preparando meu nescau antes da escola, de não ser levada por ela na escola, e lembro também de pedir várias vezes para ela ficar comigo. Hoje eu tenho 23 anos e quando eu tiver filhos, penso seriamente em acompanhar a infância deles sem ter de trabalhar fora. Acho que a presença da mãe ou de um responsável que acompanhe a criança durante sua infância tem um valor imensurável.

  15. Oi. Estou passando pela fase “perdida”… kkkk …. me mudei faz 3 meses para o Canadá. Tenho um filho de 7 anos e estou grávida de uma menina. Muita mudança, minha cabeça está a mil. .. hj meu maior conflito é comigo mesma e as espectativas de largar minha profissão por muitos anos… mas, enfim… decidi e agora vou aprender a aproveitar minha decisão. Amei seu texto! Vou guardar para ler todas as vezes que ficar confusa novamente. Afinal, o que há de errado em ser somente mãe?
    Bjao

  16. Amei o texto. Estou vivendo uma polêmica pois estou atravessando problemas com minha filha adolescente de 16 anos e eu moro eu uma cidade no entanto trabalho em outra que fica 80 km de distância . Meu esposo trabalha para lá também é na realidade só tem três anos que eu e meu esposo moramos debaixo do mesmo teto, pois ele sempre morou para longe e quando vinha em casa era uma vez ao mês e olhe lá
    Agora que tivemos a oportunidade de convivermos juntos vem esses problemas com a minha filha e se voltarmos para a nossa casa na cidade terei que abrir mão do trabalho e também do convívio próximos das minhas filhas com o pai, tenho uma bebê de 1 ano e dez meses. Não sei mais que decisão tomar
    Ela escreveu uma carta e.pediu para eu não largar o meu trabalho e cuidar da bebê e que o pai dela desse para a menor o que não tinha dado a ela. Não sei mais o que fazer e optar em largar o trabalho estarei voltando para casa e deixando de conviver com meu esposo, assim como elas. O problema é que ele não se posiciona também daí fica difícil.

  17. Pingback: MÃES EM TEMPO INTEGRAL x MÃES QUE TRABALHAM FORA. A VENCEDORA É… | Cuore Curioso

  18. Oi!!
    Estou pensando seriamente em parar para me dedicar aos meus filhos, não temos mais empregada e não dá para um de 18 com um de 13 anos ficarem sozinhos, acham q são os donos da casa, está dificil e quero colocar ordem, tb a empresa que está tão politica e muita falta do profissionalismo está pesando nessa decisão, meu marido me apoia, tb quero cuidar mais de mim, trabalho desde 17 anos, quero cuidar da casa, atenção aos filhos, cuidar da saude sem ficar igual uma louca trazendo os petrechos da academia, que nunca ia, por conta do horários de trabalho, uma vez esqueci calcinha, outra esqueci toalha. Hoje estou com 48, vou montra um blog, fazer bolos para fora, etc.

  19. agora entendo o motivo dos homens morrerem mais cedo…as mulheres param de trabalhar para cuidar dos filhos mas o homem fica pressionado em trazer renda e de nao perder seu emprego ainda mais em um periodo recessivo extremo no país….ai o homem trabalha mais e demais, se alimenta a cada dia pior e mal, engorda, o colesterol ruim dele fica alto e ele tem uma parada cardíaca anos mais tarde….ai o cara morre, a mulher chora uns 3 dias, ve o quanto ele deixou de pensao e seguro de vida primeiramente, ou melhor, depois dos 3 dias de luto, passa alguns meses a mulher já esquece esse cara pois a familia dela nao quer vê-la infeliz….ai ate apresenta um cara novo, daqui a pouco comeca a sair com outro cara e o ciclo começa tudo denovo….no começo sao flores, beijinhos pra ca, beijinhos pra la……passa o tempo…e outro cara morre denovo e assim o ciclo termina e inicia….pobres homens…..socorro!!!!!! mulheres nao parem de trabalhar…. o bem estar familiar e composto de amor e grana!!!!! o resto é balela em um pib -4 p/cento, inflacao nas alturas e futuro incerto….

  20. Pingback: MÃES EM TEMPO INTEGRAL x MÃES QUE TRABALHAM FORA. A VENCEDORA É...

  21. Olá ,eu estou meia perdida sabe eu tenho 22 anos e tenho uma filha de 3anos e eu não trabalho só meu marido amo di mais ficar com ela ,mas aqui aonde eu morro não tenho ninguém por mim ao não ser meu marido,mas tenho uma uma colega que fica na minha cabeça vai trabalhar vai ter uma profiçao vai ganhar seu dinheiro para de depender de marido é nova era já não existe mas isso ficar dependendo de marido, eu penso muito trabalho ou não trabalho , se eu ir trabalhar da além deixar minha filha com outros que não conheço vou trabalhar que uma condenada para final da história morrer cansada ,perder os melhores momento da minha filha ,mais essa colega fica na cabeça as vezes não da nem vontade de ve-la por isso gente dá alguns conselhos ae pelo amor de deus.

    • Marci, ainda não sou mãe mas acho que posso te dar um conselho… não vá pela sua amiga, mas veja o que será ,melhor para sua familia, filhos e esposo são dadivas que muitos não podem ter, mas emprego é algo banal, algo que pode se ter hoje e perder amanha ou arrumar outro, familia não! e ainda que assim seja nunca será algo que acontece sem ter traumas… vá caminhando aos poucos, espere o momento certo e só assim vá, quem sabe agora não seria a hora de aproveitar a sua familia?
      so o seu coração pode te dizer o que será melhor, mas este é o meu conselho

    • Oi Marci vc tem tudo no coração. Não dê ouvidos a essas amigas que exigem que vc vá trabalhar. As vezes não são tão amigas e o que desejam é tirar tua paz. Curte mesmo sua filha.acompanhe, converse, brinque de casinha, carro etc VIVA BEM .O meio profissional as vezes detona as mães. Tudo o que a Cris falou eu assino em baixo.de que adianta vc ter algum dinheiro e perder o crescimento da sua filha? Deus abençoe.

  22. Olá! Tenho um pequeno de 1 ano e meio e optei por ficar em casa. Suas palavras ajudaram a acalmar meu coração. Com orçamento enxuto, fico preocupada com as contas..rs com a falta de agilidade nas tarefas domésticas acho que falta um tempo maior com o filho..rs vivo inventando coisas pra fazer e me sentir mais “útil” e exercitar o cérebro rs (cozinha, costura,decoração, DYI!!! rsrs vários desafios rs) Agora vou tentar pisar no freio e me dar o luxo de viver! Um beijo!

  23. Ola, tenho 2 filhas a Gabi de 9 anos e a Bia de 2 anos, e tb resolvi mudar… e posso dizer que este texto muito me inspirou desde entao…
    Qdo a bia nasceu o cenario da minha familia ja era diferente e no meu coração eu ja sabia que tinha que me dedicar a elas, dar um tempo no trabalho, e ser mãe em tempo integral… ja faz 2 anos que deixei o trabalho e posso afirmar que ate hoje não tem sido facil… mas ninguém me disse que seria… Porem é recompensador viver com elas a cada passo, poder levar na escola e buscar, ter tempo pra mim finalmente, pois esse ano a Bia tb esta na escola… enfim as recompensas sao maiores do que as dificuldades…
    Um grande beijo e parabens!!

  24. Olá Cris, amei seu texto, obrigada. Tenho 3 filhos e sempre trabalhei fora, faz 1 ano q parei de trabalhar, comecei a trabalhar fora aos 15 anos, hj tenho 41 e estou muito feliz, pois nunca tive a oportunidade de ficar c meus filhos. bjs.

  25. Olá gostei muito do texto, estou passando por um dilema, quero parar de trabalhar pra dar mais tempo pra minha família e pra mim também claro, tenho uma loja de roupas e moro uma distancia de 10 km na zona rural estrada horrível morro de cansaço todos os dias não tenho tempo pra nada, e o principal tenho um filho de quatro anos que fica meio período com minha mãe e o outro na escola mas ele está em uma fase que sinto preciso estar mais presente. Tenho plena certeza de que preciso dar uma pausa até mesmo porque o comércio não dá muito lucro, e meu esposo tem um bom emprego e me dá total apoio. Só tenho medo de me sentir vazia, inútil sem meu trabalho.

    • Tem medo de se sentir inútil? Eu entendo. Mas a gente precisa refletir sobre o que acreditamos ser útil. Criar uma criança é uma tarefa muito nobre e das mais importantes que alguém pode fazer na vida. Pensa bem. O que pode ser mais importante do que isso?

  26. olá gostei muito do seu texto, tenho 3 filhas uma de 9 anos, uma de 2 anos e outra de 5 meses, sempre trabalhei fora mais quando minha filha de 2 anos nasceu tive que sair do trabalho para mim dedicar a ela, ela nasceu prematura e passou dois meses no hospital foi muito difícil para mim ter que sair do emprego mais não mim arrependo quando ela fez um ano eu já estava a procura de outro emprego quando descobri uma nova gravidez foi um baque saber que não iria poder trabalhar, gosto de ter o meu próprio dinheiro não gosto de esta pedindo para meu esposo, dona de casa e muito estressante, mais e como vc citou a família e mais importante vou aproveitar para curtir as minhas filhas em quanto eu posso afinal crescem muito rápido!!!

  27. Eu estou num conflito grande, meu filho tem quatro anos e pede para mim todo dia pega-lo no colégio pois trabalho o dia todo e não tem como, ele fica com uma pessoa desde da idade dos tres meses e meio e agora ele me pede todo dia para que eu busque ele no colégio e leve para casa que quer ficar com migo, eu noto que o comportamento dele está mudando sei que sente muito minha falta e fico muito triste por poder atender o pedido dele meu marido trabalha mas não ganha suficiente para pagar todas as contas porque moramos de aluguel e meu dinheiro faz muita diferença no orçamento de casa.
    só que não estou feliz com essa situação de ver todos dias meu filho me pedir para ficar com ele que ele, não quer ficar mais na casa dessa pessoa que cuida dele……ele chorar por mim e eu fico sem palavras o meu marido não apoia eu sair do meu emprego o qual já estou com sete anos por que sabe que vai fazer falta.Eu já pensei em jogar tudo para o alto sem pensar nas consequências e ficar com ele acho que me falta coragem estou sofrendo todo dia choro quando meu filho pede para eu ficar com ele…

  28. Olá,
    Tenho 35 anos e uma filha com 5 anos.
    Como a maioria das declarações acima, também sempre trabalhei..mas quando a minha filha nasceu optei em ficar em casa por um período.Porém não é fácil as despesas todas para o marido, quando ela estava com 1 ano decidir voltar a trabalhar, mas não consegui…fui a várias entrevistas e a primeira pergunta que se fazia era se eu tinha filhos pequenos.O tempo foi passando e nada, decidi então abrir um comércio. Deixei a minha filha um período com vizinha, e depois coloquei em creche.Nossa só Deus sabe o que passei, a minha filha ficava de 8 da manhã até às 19.30, era muito sacrificante pra ela. E percebi que ela estava ficando muito triste, reclamava que não queria ficar o dia todo na creche, o meu coração ficava partido.Decidi entregar a loja e parar de trabalhar, pelo menos por um período, estou em casa desde novembro e cuidando dela como gosto.Confesso que vida de dona dr casa, não é fácil, é tudo muito corrido.Mas depois que tomei esta decisão, me sinto melhor e Deus tem me abençoando de uma forma tremenda, Ele tem suprido as necessidades de minha família.Quando olho pra trás vejo que foi muito desgastante trabalhar e deixar a minha filha.Peço à Deus sabedoria, não sei futuramente como vou fazer pra trabalhar,mas não penso em ficar o dia todo sem minha filha, e pra completar não tenho ninguém de confiança para deixa lá.
    Um abraço à todas!

  29. Fico feliz quando encontro alguém que tomou a mesma decisão que eu! No inicio fica aquele misto de dúvida e culpa. Será que tomei a decisão certa? não vou me arrepender depois? e as dificuldades financeiras? mas isso tudo desapareceu no momento que olhei para aquele rosto feliz,aquele sorriso banguela mais lindo que já vi! Acompanhar a primeira vez que meu filho sentou,que deu os primeiros passos, a primeira papinha foi tão gratificante, tão emocionante e ninguém me contou não, EU ESTAVA LÁ! Ouvir a primeira vez que falou mamãe, papai,cuidar da casa do meu jeito,fazer a comida do meu marido do jeito que ele gosta e ouvir que está maravilhoso. Tudo isso faz parte da minha nova vida desde que decidi dar um tempo no trabalho, e tem mais, não deixei de ganhar meu dinheiro,passei a comprar sapatos femininos para revender,assim fazia meu horário, vendia para as amigas próximas e ainda podia levar meu filho junto. A tecnologia me ajuda nisso pois através do WhatsApp divulgo meus produtos. Continuo tendo uma profissão, estudei pra isso então não aceito quando dizem que não trabalho,que só fico em casa. Eu continuo trabalhando e muito e não fico só em casa. a diferença é que tenho tempo para passear com meus filhos,tiro folgas,domingo e segunda não faço nada de serviços domésticos, tiro o dia pra me divertir com minha família. Vou a chá entre amigas,reuniões.Vivo a vida pois ela passa rápido e os filhos crescem na mesma velocidade. Enfim, sou mais feliz agora e até as dores que sentia devido horas sentada em frente a um computador, passou.Entendo que dinheiro nenhum paga a felicidade que é cuidar do que é meu. Não sei se voltarei ao trabalho formal pois é muito bom não ter chefe, crachá e tudo o mais que um trabalho formal te impõe, sou dona do meu próprio negocio, minha família e o sucesso dela só depende de mim.

  30. Pessoal .Amei. os comentários, o texto da Cris e tbem vou parar de trabalhar. Para cuidar da minha casa , e dos filhos. Trabalho desde que tinham 2 e 3 anos.Perdi toda a infância deles . Minha vida era um inferno. Quando chegava em casa eles queriam atenção, queriam que eu sentasse comneles pra conversar assistir desenho. Que horror! Eu ia fazer a janta e cuidar da casa, de seg a sab.Domingo tbem era corrido.Voltei a ficar em casa qdo ja estavam com 6 e 7 anos .Porém para conseguir construir a nossa casinha voltei em 2009 .Estou vivendo td isso que a Cris falou. Não tenho nem pique de sair pra comprar nada nem pra mim.Não tenho vontade nem de ir ao cinema.fiz as contas e se quiser ter um ‘sossego ‘no serviço da casa preciso por uma faxineira para que eu fique só com as roupas pra cuidar e ver se sobra um tempinho no fds para lazer com a família. Dai ja vai metade do salário. E agora pra inteirar graças a Deus estou grávida novamente quem sabe assim eu tomo a decisão certeira mesmo com um pouco de medo. Mas prefiro cuidar do bebê e dos adolescentes. Da minha casa , administrar melhor tudo e ter paz .Curtir o tempo que me resta com os adolescentes. Boa sorte a todas e Deus proverá o cordeiro.

  31. Bom dia! Estou num impasse enorme, pois realmente não sei o que fazer.
    Tenho 31 anos, minha esposa 30 e nosso filho com 1 ano e 3 meses. Eu sempre trabalhei e minha esposa não. Moramos ao lado da mãe dela e isto tem me atrapalhado bastante, pois minha esposa não faz nada em casa (café, almoço e nem limpeza), pois geralmente acorda e vai pra casa da mãe. Alega que nosso filho ocupa todo o tempo do mundo, mas mesmo antes dele nascer ela não fazia nada..
    Acredito que o melhor seja ela voltar a trabalhar e colocarmos o filho na escola, pois quando começamos a namorar ela fazia estágio, era esforçada e conquistava as coisas com o próprio suor. Depois do casamento, tudo ficou em cima de mim.
    Meu salário não é suficiente para pagar uma empregada doméstica ou diarista para ajudar nas coisas de casa e estou criando uma briga enorme quando falo pra ela que não faz coisas.
    Meu medo é que ela volte a trabalhar e fique esta correria enorme que li no blog e de alguns relatos e nosso filho comece a ficar doente e distante…
    Não consigo mais tempo para estudar e poder melhorar meus rendimentos em outros empregos, pois o tempo livre quero ficar com meu filho e, nos finais de semana, ela me cobra para sair de casa pois fica 24 horas por dia durante a semana.
    Além disto ela fica querendo viajar e fazer coisas caras, que meu salário não suporta mais.
    Consequencia disto: fui mandado embora há 2 meses, consegui novo emprego com salário menor e as coisas estão piorando..

    O que eu faço? Não quero me dicorciar e ver meu filho crescer sem um pai presente… isto se vir…

    • Oi Eduardo, muito difícil dar palpite. Primeiro preciso dizer que cuidar de uma criança de 1 ano e 3 meses dá muito trabalho!!!! Só quem cuida o dia todo é que sabe. Acho que você devia conversar com amigos, familiares e, claro, com sua esposa. Conversando (falando) a gente entende melhor, não só a situação, mas até mesmo o que estamos sentindo.
      Importante também é lembrar que tudo está sempre em constante mudança. Então isso pode mudar também. Depende de você. (também) Talvez se você falasse mais “não” com ela, ela entenderia que precisa ser agente da própria vida. E eu acho que é isso que está faltando. Boa sorte! Casamento é um exercício de auto-conhecimento e maturidade. Vá em frente! Você consegue virar esse jogo. Boa sorte.

  32. Amei o blog! Tenho um Bb de um aninho e trabalho fora… Confesso q eh desgastante deixá-lo na escolinha e não poder curtir quase nada dessa fase q eh tão gostosa e passa voando… Ainda estou pesando na balança os prós e contras de largar o emprego… Claro q o coração manda largar e ficar com o Bb… Mas a razão pede pés no chão , pois dinheiro Tb eh importante para se dar educação e suprir necessidades materiais… Bjs

  33. Boa noite!Minha situação é inversa, mas ñ menos conflitante.Tenho 2 filhas,uma de 13 e a outra de 7.Qdo a primeira nasceu ,passei a trabalhar meio período e qdo a segunda nasceu parei de trabalhar.
    Agora q a menor está prestes a completar 8 anos fui convocada num concurso público da minha cidade. O salário ñ é gde coisa,mas os benefícios ajudariam bastante.Minha situacao financeira nao é tranquila,tem altos e baixos mas estamos vivendo.No entanto meu coração está em pedaços de me separar de meus filhos.O q eu faço?

  34. Bom dia! Estou em um dilema pois tenho uma bb de 3 meses e daqui a 1 mês volto a trabalhar, ela só mama no peito e não pega mamadeira de jeito nenhum e trabalho muito longe de casa e chego muito tarde, vou perder essa fase da vida dela.
    Pedi ao meu chefe q me mandasse embora , mas acho q terei q pedir demissão e meu marido não me apóia pois acha q vou perder muito com essa decisão, mas vou fazer oque deixar minha filha com fome? Eu tbm sei q preciso dos meus direitos pois tenho dívidas a quitar mas sem o apoio fica difícil.

  35. Bom dia! Estou em um dilema pois tenho uma bb de 3 meses e daqui a 1 mês volto a trabalhar, ela só mama no peito e não pega mamadeira de jeito nenhum e trabalho muito longe de casa e chego muito tarde, vou perder essa fase da vida dela.
    Pedi ao meu chefe q me mandasse embora , mas acho q terei q pedir demissão e meu marido não me apóia pois acha q vou perder muito com essa decisão, mas vou fazer oque deixar minha filha com fome? Eu tbm sei q preciso dos meus direitos pois tenho dívidas a quitar mas sem o apoio fica difícil. Por mais que eu saiba q a minha filha é prioridade o sentimento de culpa é grande por imaginar oque vai acontecer com essa minha decisão de me demitir não é fácil.

  36. Adorei esse blog, Adorei o texto la no topo, adoreie as histórias que vi aqui, pq tmbm estou indecisa em relação a sair do emprego p ter um bebê ,para ser MÃE pq recentimente tive um ABORTO ESPONTANEO e tenho minhas desconfianças que foi devido ao meu trabalho ,sei que Deus faz a vontade dele, mas por falta de tempo ,correria no trabalho ( sou vendedora em uma loja) não percebi as mudanças do meu corpo e ja que tratava de policistos, ha quatro anos nunca tinha engravidado continuei com minha rotina nunca tive problemas p pegar uma caixa pesada ,subir escadas ,estresse e tudo isso pq era minha rotina so percebi quando senti uma colica muito forte e fui p hospital mas antes da notícia foi idas e vidas no hospital ate que meu esposo exigiu um teste e descobri que estava grávida mas ja estava perdendo, fiquei de repouso por sete dias mas não adiantou ,mim senti mãe por sete dias mas foi feito a vontade de Deus ,temo tentar engravidar denovo e não conseguir por causa do ritmo acelerado do meu trabalho por isso quero sair antes de tentar tenho 24 anos trabalho ha 2 anos e mei nessa empresa mim ajudem devo pedir demissão ? Para realizar esse sonho de ser mãe.Pq meu medo maior e ficar longe do meu filho (a) tão pequenininho ja que quando trabalhamos temos que deixar e com estranhos pq onde moro não tenho um famíliar e so eu e meu esposo.se puderem mim ajudem obg Bjsss a todas e desculpem o texto enorme rsrsr

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