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Este post é patrocinado pela admiração que tenho por mulheres que depois da maternidade, ao invés de lutar para que a vida continue a mesma, acolhem a mudança com coragem. E no lugar da luta pelo espaço no mercado de trabalho, começam a lutar pelo espaço na vida dos filhos e de alguma forma conseguir também ganhar dinheiro. Assim é a história da Luciana Gonçales, uma mulher bem sucedida na profissão, mas que depois de ter filhos decidiu que as coisas não iam ficar iguais não. Claro que este não precisa ser o caminho de todo mundo, mas que é um caminho lindo de se ver, ah isso é. Segundo post da série Uma Mãe Lava a Outra.

Conheça a Luciana Gonçales: “Deixei a vida corporativa cinco anos atrás. Abandonei o salário que pingava bonitinho no começo de cada mês, as roupas e sapatos impecáveis, os restaurantes badalados, os presentes caros…abandonei a vida vazia! Entrei para um mundo novo, colorido, bagunçado, cheio de gritos, choros, cocô, xixi, brigas, manhas…um mundo que cansa, cansa muito!!! Cansa muito de verdade…. E no meio dessa vida nova fui me descobrindo. Sim, descobrindo, porque eu nunca havia me descoberto. Descobri o que me comovia, encontrei minha paixão, sonhei, realizei, achei meu lugar no mundo e finquei bandeira. Não é fácil acordar às 5:30h, preparar café da manhã, levar pra escola, fazer supermercado, trabalhar, buscar na escola, dar almoço, brincar, trabalhar, levar pro ballet, natação, violão…dar banho, jantar, escovar os dentes, respirar fundo e tirar energia sabe Deus de onde para contar uma linha história..e, enfim, dar o beijo sagrado de boa noite! E depois trabalhar mais! Não, não é fácil, mas o prazer de conseguir fazer tudo isso, de conseguir estar presente, de conseguir me realizar como mãe empreendedora, também não é fácil de te contar! Mas é lindo de sentir!!!”

“O Ateliê Felizidade nasceu da saudade da velha infância, da vontade de resgatar as virtudes e valores proporcionados pelas festas feitas em família. Nasceu do desejo de trazer à tona sentimentos esquecidos, ou pouco valorizados nos dias de hoje. Uma linda decoração de festas, para o Ateliê Felizidade, começa decorando com simplicidade e alegria os corações presentes!”

Sabe carinho à moda antiga? Um convite de aniversário que ao invés de ser um cartão Made in China (frio de tocar e frio de olhar) é um sorvete feito à mão com lã e no topo, um canudinho que na verdade é um bilhetinho enrolado com o texto do convite? Não conhece nada assim? Pois assim é a graça do Ateliê Felizidade. Na festa, toalha de pano, flores, simplicidade, beleza e carinho em toda parte. Aniversariante feliz, família tranquila e vibrante com a celebração. Aquela festa que faz bem para os olhos e para o coração. Uma festa que não te dá pressa de ir embora. Aliás, parece que você está ali há muitos anos, desde que era criança. O cheiro é o mesmo.

Em uma época em que festas de aniversário viraram motivo de ostentação. Onde ao invés de espaço para brincar, as crianças têm aparelhos eletrônicos para interagir (sozinhas). Ao invés de um ambiente tranquilo para a conversa dos pais, se tem música alta e animadores gritando na orelha de todo mundo. Doces em excesso, comida em excesso, álcool em excesso e aconchego em falta. Onde você vê copos, cartazes, fantasias de personagens da televisão mas vê muito pouco ou nada da história e da personalidade da aniversariante. É bom saber que existe gente que pensa como a Luciana Gonçales. Vida longa às festas feitas com capricho e com carinho. Se morar na região de São Paulo, não perca de vista esse contato. E visite o Ateliê Felizidade. Um espaço recém inaugurado na Vila Leopoldina com lojinha e oficinas. Rua Campo Grande, 464. Informações e reservas: atelie.felizidade@gmail.com ou (11) 3368-0331

ateliê Felizidade Antes que eles crescam

Obrigada, Lu. Que sua história sirva de inspiração e força para muitas mamães. Boa sorte e muita luz sempre.

Por Cris Leão

11 pensamentos em “Qual o significado de uma festa?

  1. Parabéns! Parece um oásis no meio das opções barulhentas com parede de escalada e maquininhas de video game apitando sem parar!! Unir o aconchego das festinhas em casa com a praticidade de um “buffet” pode ser uma fórmula vitoriosa! Boa sorte no empreendimento.

  2. Me identifiquei muito com a Lu! Abri mão da minha carreira de consultora para ter e criar meu primeiro filho da melhor forma que eu poderia fazer. Depois de um tempo comecei a trabalhar com decoração e produção de festas infantis justamente por ir contra esses pacotes impessoais que encontramos por aí.

    • Que legal Juliana. Precisamos trocar figurinhas então. Passa no Ateliê qualquer hora para tomar um café comigo. Estou sempre lá pelas manhãs…Rua Campo Grande, 464. Se preferir, me ligue antes 98932-6146. Um beijo com carinho, Luciana

  3. Que texto lindo. Parabéns Luciana, Deus te abençoe sempre. O Ateliê Felizidade já está anotado na minha lista. Beijos carinhosos. Tami

  4. Parabéns Luciana, finalmente uma nova proposta para as festas infantis! Fui a algumas festas organizadas por você e realmente um sentimento me chamou a atenção: o de querer permanecer e não sentir aquela vontade louca de sair correndo, como ocorre em locais barulhentos, com heróis imaginários poluindo meus olhos! Num desses horrores, senti um desejo imenso de ser abduzida por um disco voador com luzes coloridas que apitavam! Felizmente, suas festas fogem dessa mesmice, são encantadoras, de muito bom gosto e espero ser novamente convidada! Oxalá mães atentem para essa nova releitura das festas infantis que você propõe com tanta sensibilidade e maestria!

  5. Luciana, Fabi e Cris, tem uma tese de doutorado na área de educação, defendida na UERJ que trata justamente sobre as festas de aniversário infantil (“Quando ‘menos’ é “mais”: a criança e seu aniversário” – Núbia de Oliveira Santos). Muito interessante a análise que a autora faz a partir de entrevistas das próprias crianças. Se tiverem interesse, segue o link:

    http://www.proped.pro.br/teses/teses_pdf/2009_1-555-DO.pdf

    A propósito aqui na minha cidade (Juiz de Fora – MG) tem uma casa de festas que foi inspirada na pedagogia Waldorf. As festas eram muito boas! Hoje, como novos donos também faz festas tradicionais, porém, quando o cliente pede, eles fazem a festa com toda a simplicidade que a pedagogia sugere, assim é bem melhor.

    Abraços e parabéns pela iniciativa Luciana! Tomara que cresça e prospere tanto o seu negócio quanto esta lógica da simplicidade.

    Andréa

  6. Luciana, sua história é linda e espero que você tenha muito sucesso n
    ão só na sua empresa, como nesse exercício da maternidade. Parabéns por enriquecer nosso blog com seu relato. Beijo

  7. Luciana, que delícia de texto e história….
    Estou nesse processo de mãe que vai largar o mundo corporativo e arteira que é, tá lôca pra se meter no mundo das festas de amor… nas festas reais (não surreais), na alegria simples… Acho que foi um sinal ler seu texto e conhecer seu trabalho… estou encantada e animada! Quero muito conhecê-la pessoalmente. Beijo grande

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