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Quem gosta de falar de dinheiro? Acho que ninguém, né? Para muitas pessoas é um assunto tabu. Então assim vamos vivendo, sem saber ao certo se o que ganhamos é pouco ou muito (porque não perguntamos para ninguém o quanto ganham), sem saber se gastamos pouco ou muito, sem saber como investir, sem saber como planejar a aposentadoria e por aí vai. Se é conversando que a gente se entende, não conversando sobre dinheiro, a gente segue sem entender nada a respeito. Certo? Errado. E para corrigir isso, Carolina Ruhman Sandler, montou o site Finanças Femininas.

Lá você encontra informações e até um e-book para aprender a economizar (até na feira), ter controle dos gastos e conhecer boas maneiras de investir.

O gerente do seu banco talvez já tenho conversado com você sobre tudo isso, né? Mas a parte boa é exatamente essa, a Carolina não é o gerente do seu banco. A visão dela é imparcial. Então você lê, aprende e aplica o que quiser.

Olha uma pequena amostra do que pode aprender: (Texto extraído do site Finanças Femininas)

Quanto dinheiro você tem?

Vamos supor que você ganhe R$ 60 mil por ano, ou seja, R$ 5 mil por mês. Vamos supor que você gaste cerca de R$ 2 mil por mês, com contas e alguns gastos extras. Partindo deste pressuposto, sobrariam R$ 3 mil para você a cada mês.

Agora vamos pensar no tempo que você gasta no trabalho, incluindo nesta conta as horas que passa se arrumando e fazendo o trajeto casa-escritório. Suponhamos que você gaste cerca de 55 horas por semana neste processo. Multiplicando este número por quatro, teremos 220 horas, que é o tempo que você gasta com trabalho a cada mês.

Então dividimos o dinheiro que sobra para você (R$ 3mil) pelo número de horas trabalhadas/mês, que dá aproximadamente 13,6. Este número representa o quanto verdadeiramente vale a sua hora trabalhada, dados essas suposições de renda e realidade.

Então quando você vai comprar uma camisa de R$ 50, o que você realmente deve pensar antes de fazer a compra é se ela vale quase quatro horas do seu trabalho (50/13,6 = 3,6).

EXERCITE A PONDERAÇÃO

Seguindo por este raciocínio, você tem mais condições de julgar o que realmente necessita e evitar as compras compulsivas. O intuito não é te fazer parar de gastar seu próprio dinheiro. Afinal, ele precisa lhe trazer alguma satisfação.

O fato é que pensar desta maneira te coloca com os pés no chão quanto à sua realidade e evita que você comprometa-se com gastos excessivos.

Com ponderação, você tem mais qualidade de vida porque aprende a viver dentro das suas possibilidades financeiras.

Bacana, né? Agora conheça a Carolina:

Carolina R Sandler Antes que eles crescam

“Eu fundei em 2012 o site Finanças Femininas com o objetivo de ajudar as mulheres a cuidar melhor do seu dinheiro e cuido hoje do site e da minha filha Beatriz, de 4 meses. No site a gente produz conteúdo com dicas para sair do vermelho, organizar as contas, economizar e começar a investir.”

Já que gastamos horas para ganhar dinheiro, vale a pena investir um minutinhos aprendendo como cuidar melhor dele, não acha? Então clica lá.

A foto de cima eu tirei no Art Basel aqui de Miami. E coloquei para inspirar a todos a olhar para o dinheiro e – antes de ver de cara o que ainda não tem – lembrar que, pensar que tem o suficiente, pode ser que dependa mais de você do que imagina.

* Este é mais um post da série Uma Mãe Lava a Outra.

Por Cris Leão

Um pensamento em “Vamos falar de dinheiro?

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