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Nos últimos meses tenho recebido toda semana vários e-mails de pessoas me pedindo conselho/ajuda/uma luz porque estão se mudando para os Estados Unidos (ou pensando em se mudar). Eu já respondi muitos individualmente mas desde que o processo de mudança de volta para São Paulo começou, não consegui mais responder os e-mails (fiquei várias semanas sem internet e um mês sem mesa). Então este post é uma resposta coletiva. Assim todo mundo aprende com as perguntas dos outros. Quem quiser acrescentar sua opinião e experiência, é só escrever nos comentários.

Já fiz este post sobre esse assunto. Nele exponho o que considero uma grande ferramenta para ser feliz: abaixar as expectativas. Não é porque algumas coisas são baratas que indo para os Estados Unidos você está rico. Ou não é porque carro é barato que o custo de vida é barato.

Cada lugar tem seus problemas. A saúde nos Estados Unidos é muito cara. Uma amiga recebeu a visita da mãe, (sem plano de saúde americano ou de viagem) ela quebrou a perna e a conta foi 25 mil dólares. Sem falar que os médicos te atendem em pé e com pressa. (mesmo sendo caro) Então como se preparar para isso? Saber que é assim já ajuda. Porque você pode tentar conversar com seu pediatra para ver se ele pode te atender por telefone, por exemplo. Fiz isso nos 2 anos de NY quando o João era um bebê (meu primeiro filho). Para mim como mãe de primeira viagem, foi fundamental poder falar em português e com alguém que eu conheço e confio. Como eu ia ao Brasil duas vezes por ano, o João teve consultas nessas datas. Mas claro, nas emergências ele ia no médico do nosso plano mesmo, mas tudo bem. Pelo menos eu já tinha “conversado” com alguém. Um exemplo, uma vez o João fez um exame de sangue lá (por ordem do processo de visto) e no resultado saiu que ele estava com a taxa de chumbo altíssima. Recebi uma carta da prefeitura de NY me alertando para o perigo disso. Fiquei apavorada. Liguei para o pediatra no Brasil e disse o número de chumbo que me passaram. Ele falou que era impossível, que eles erraram e que era para eu fazer de novo. Fiz e os números saíram completamente diferentes. Eles tinham errado. Fizeram o exame de sangue furando o dedinho dele e o dedo estava sujo. (foi o que me falaram) Como vê, acontecem erros. E se for ter que pedir uma segunda opinião, é melhor que seja de alguém que fala sua língua e que você de fato conhece.

Além de abaixar as expectativas, acho que o importante é abrir os olhos e o coração para o novo. Cada lugar tem sua magia. Vai morar em um lugar que faz frio? Legal. Pode aprender a esquiar. Ou aprender a viver mais dentro de casa. Que é como a maioria vive nos lugares frios. As coisas não são boas, nem ruins, é a nossa atitude que faz elas serem boas ou ruins. Eu sei que parece frase feita ou feia, mas é a verdade. Eu cheguei em Miami e decidi que ia aproveitar. Adorava minha vida em São Paulo, mas fui e decidi que ia ser bom. Voltei a andar de bicicleta, que era uma coisa que eu amava fazer mas nunca mais fiz depois da adolescência. Aproveitei muito a natureza e o clima perfeito. Conheci pessoas que nunca iria conhecer no Brasil: Mexicanos, Cubanos, Asiáticos, Porto-Riquenhos, Haitianos. Aprendi alguma coisa com todo mundo.

Na prática: a situação financeira faz diferença. Por isso é muito difícil eu sair dando palpite ou dizendo para a pessoa que o melhor é ir, ou ficar. Você vai ter dinheiro para colocar os filhos em uma escola particular? Não estou dizendo que todas as escolas públicas são péssimas, mas é claro que se você puder escolher a escola, isso te ajuda na adaptação. (Lembrando que escola pública é para crianças maiores de 5 anos, antes disso tem que pagar mesmo ou ficar em casa com eles.) O dinheiro que vem dá para pagar uma babá para vocês terem uma noite livre por semana? (O que seria uns 60 dólares por semana em Miami, por 4 horas de babysitter. Mais caro em NY, por exemplo) Vai dar para pagar uma faxineira? (não pense que com isso você não vai precisar limpar nada na casa, não é faxina do Brasil mas já é uma ajuda) Eu pagava 80 dólares pela faxina. Pelo que eu saiba, esse é o preço mínimo em Miami. Algumas pessoas que conheço pagam 150 dólares por faxina. (são poucas horas)

A família é muito grande? (quanto mais pessoas, mais pessoas para adaptar – acertar a escola, o médico etc)

Você tem a possibilidade de trazer ajuda do Brasil? Conheço pessoas que contam com integrantes da família do Brasil, ou vivendo na própria casa ou vindo em viagens frequentes. Claro que essa opção muda tudo.

O emprego que conseguiram tem plano de saúde? Saúde é muito caro nos Estados Unidos, não mude com família sem plano de saúde.

Seu marido vem para trabalhar e você, tem algum plano de alguma coisa que possa fazer? Precisa ter. Tente encontrar pelo menos uma ideia de alguma coisa que te interesse, que te alimente. O papel de vítima “fiz isso por você” é ruim para todo mundo.

Algumas vezes a gente quer mudar porque gosta da sensação de papel em branco, vida nova, recomeço. Lembre-se que essa vida nova é você quem faz. Você é o responsável por fazer a sua vida feliz. Não é o cenário. Aliás, você vai ver o cenário diferente de acordo com o que estiver sentindo por dentro.

Uma das coisas mais bacanas de sair do Brasil, e ao mesmo tempo a mais difícil, é que a gente aprende (na marra) a se individualizar. Eu voltei para o Brasil não tem nem três meses e até agora eu estou confusa com a quantidade de gente, a quantidade de coletividade. No Brasil todo mundo faz tudo junto e o tempo todo. É sufocante para quem chega. Da mesma maneira que é muito triste para quem sai perceber que de uma hora para outra, está sozinho. Vai decidir onde morar, qual casa, qual escola, qual médico, qual supermercado, qual programa de final de semana, sozinho. A gente não dá conta da quantidade de decisão que não precisa tomar quando vive no coletivo. Individualizar é preciso. Mas dói.

A grande motivação que eu tive na hora de mudar para Miami era saber que meu marido lá ia trabalhar menos e com isso íamos viver melhor em família. Mas eu tinha certeza disso, não era só uma ideia, um desejo. De fato foram nossos três anos de maior união como família. Foi muito rico e muito lindo. Voltamos porque chegamos num momento em que não fazia mais sentido gastar tanto de aluguel (aluguel em Miami é uma fortuna) e não queríamos comprar porque não nos víamos lá por muitos anos. Aqui em São Paulo, mesmo com os preços exorbitantes (de tudo) conseguimos economizar e já nos pés dos quarenta, isso faz muita diferença. Além do amor e das jabuticabas. ; )

Papo rápido. Divido aqui algumas perguntas que recebi e coloco minhas respostas:

  • Qual escola você indica em Miami?

Minha experiência como mãe em escolas em Miami renderam vários posts nesse blog. Das 4 escolas que meus filhos frequentaram, eu recomendo com muita segurança a escola Cattoira Montessori onde eles foram muito felizes, fizeram amigos e aprenderam muito. É uma escola pequena que atende crianças de 18 meses até o sexto ano. Não consigo ver nenhum defeito grave nessa escola onde frequentei por quase 2 anos com a Maria Teresa. As crianças brincam muito, aprendem muito, o espaço é pequeno mas super gostoso, cheio de árvores, gatos, galinha, coelho. Essa pedagogia é super rica e interessante. Foi criada por uma médica, Maria Motessori, como uma forma de educar crianças com dificuldade de aprendizado. O sucesso foi tão grande que resolveram ampliar para todas as crianças. O aprendizado é feito de uma forma muito sensorial, as crianças entendem a matemática, as letras, as palavras com as mãos, é tudo material. Também tem muito movimento e um foco muito grande em dar independência para as crianças. Desenvolvem a neuroplasticidade que é a capacidade da pessoa em ter um pensamento crítico e de se adaptar. Tem muito mais que eu poderia falar mas isso, quem sabe, vira outro post. Só quero dizer que recomendo muito. Se não a Cattoira, (porque de repente o bairro não interessa para você) outra escola Montessori. A cidade tem várias.

  • Tem alguma indicação de Pediatra?

Sim. Depois de experimentar vários, gostamos muito do Dr. Jose Wenger que foi indicação de uma colega do meu marido, americana. Ele é um senhor experiente. A clínica te atende em emergências se preciso. Fica em Coral Gables, numa localização bem central. Telefone: 305 665 5808.

  • Qual o melhor bairro para morar?

Depende do seu estilo do vida, do que está buscando, de qual é sua prioridade e do bolso. Nós moramos durante um ano em Coral Gables e na minha opinião é o melhor bairro. Mas é caro. Então optamos em ir para um bairro mais barato e pagando o mesmo valor de aluguel, ter piscina, quintal grande e uma casa com espaço. Nosso bairro era Kendall (super residencial), estávamos próximos ao supermercado Trader Joe´s o que faz muito diferença na vida de uma família. Porque tem orgânicos, pratos prontos saudáveis e é super baratinho. Por isso eu recomendo essa região: Kendall, Pinecrest, South Miami. Mas outras pessoas vão te falar outras coisas. A cidade é grande e muito espalhada. O ponto fraco de morar nessa região que eu mencionei, por exemplo, é que estávamos muito longe da praia – uma hora de carro. (ou mais dependendo do trânsito)

  • Como faz para morar fora?

Tem gente que me pergunta isso. A pessoa quer morar fora mas não sabe por onde começar. Bom, todas as pessoas que conheço que moram fora ou foram até lá e arrumaram um emprego ou arrumaram um emprego via Brasil. Não tem outro jeito. Também existe o visto de investidor (para quem vai abrir uma empresa)e o visto de estudante (que não pode trabalhar). Nas minhas duas vezes indo morar nos Estados Unidos, fomos com o visto L – de transferência. Meu marido foi trabalhar na mesma empresa que já trabalhava aqui.

  • Supermercado (de compra grande) mais barato é o Costco. Você precisa fazer a carteirinha, pagar uma taxa, mas vale muito a pena. O único problema é que você entra para comprar pilha e sai com um jogo novo de panelas, uma cadeira pro jardim… Vale a pena ir lá antes de comprar eletrodomésticos, panelas, aspirador de pó, enfim coisas mais caras. Nosso aspirador robô foi comprado lá e foi 100 dólares mais barato do que o melhor preço da Amazon. Tem umas comidinhas prontas também (como a sopa de tomates orgânicos) e um salmão já com tempero que são uma mão na roda!
  • Escolinha para crianças pequenas inspirada na pedagogia Waldorf: Nós mudamos para Miami no final de Fevereiro então as crianças entraram na escola em Março mas logo teve o Spring Break com uma semana sem aula e o ano terminou no final de Maio. Então esse tempo não foi suficiente para eles aprenderem inglês. Na escola Waldorf me deram então a indicação de uma mãe que tinha uma escolinha na própria casa. Ela tem uma pequena formação Waldorf, o que faz com que o ambiente seja mais em torno de brincadeiras, histórias, arte e muito respeito a criança. Meus filhos ficaram lá um mês inteiro nas férias de verão (que são 3 meses) e nesse tempo terminaram de aprender o inglês que precisavam. Recomendo muito! A Ms.Barby (dona da escola) é uma pessoa muito querida, séria, comprometida. O espaço é agradável e pequeno – o que no começo é perfeito porque força as crianças a interagirem ao mesmo tempo que não pressiona muito já que são poucas crianças. Não encontrei o site, mas está aqui o e-mail. Acredito que ela receba crianças entre 2 até 5 anos. naturalbeginningshomeschool@yahoo.com
  • Terapeuta Antroposófica: A Cecília Staubli, que já comentei no blog algumas vezes, foi sem dúvida o melhor presente da minha vida de Miami. Ela tem mais de 20 anos de estudo em Antroposofia. É uma terapeuta e uma artista excelente. Além de ser uma pessoa com o coração do tamanho do Oceano Atlântico. Ela atende crianças e adultos. Eu fiz a terapia com ela durante 2 anos e meus filhos também fizeram um tempinho. Super recomendo! Entra no site que lá tem o contato e informações: http://www.ceciliastaubli.com/
  • Escola Waldorf: não consigo recomendar mas preciso dizer que a passagem pelas duas escolas Waldorf foram o marco dos nossos três anos em Miami. Se eu não tivesse ido para lá com essa ideia fixa na cabeça, tudo teria sido diferente. Talvez melhor, talvez pior, não sei. Não consigo recomendar porque as escolas são muito pequenas e muito frágeis. Pode ser que quando você chegue lá, as pessoas envolvidas sejam outras que eu nem conheço, então o que vale minha vivência? É sim um alívio ir para um ambiente que já conhecemos quando mudamos de país. Acontece que (comigo) a semelhança foi mais visual do que qualquer outra. Mas não posso reclamar também. Aconteceram muitos lindos encontros no tempo que estivemos lá. Então minha dica é: siga o que seu corpo está pedindo, não a cabeça, mas as sensações. Bom ou mal, deve ser isso que você precisa viver. As escolas que passamos foram a Waldorf International e a Sunrise Waldorf School of Miami.
  • Indicação de babá: (ela tem emprego mas vinha aqui em casa de vez em quando uma noite na semana. SUPER de confiança. Trabalhava na escolinha da Ms. Barby): custa 12 dólares por hora: Ana 786 619 4877
  • Faxina: tentei algumas pessoas mas não deu muito certo. Ou muito caro e bom ou caro e péssimo. Então eu me ajeitei com uma empresa. Tem uma pessoa que toma conta, mas cada semana vem alguém diferente. Isso tem seu lado ruim, mas tem seu lado bom também. Você pode ficar tranquila que nunca vai ter falta. Custa 80 dólares por dia (umas 4-5 horas de faxina): Carmem: 305 300 9842

Último conselho: O mundo é um lugar cheio de experiências e pessoas interessantes. Tá sofrendo de proximidade aguda, de brasilidade aguda, tá quebrando o vidro de emergência interno? Vai. Seja isso a loucura que for. E se sofrer demais, volta. Morar fora é só acrescentar páginas na nossa biografia que não vamos conseguir escrever se ficarmos o tempo todo no mesmo lugar.

A primeira vez que eu saí do Brasil para morar fora foi logo depois que tinha me formado na faculdade. Eu já trabalhava e meu dupla na agência, meu amigo, a pessoa que eu tinha vários sonhos junto, morreu em um acidente de moto. Eu não podia mais ficar onde estava. Eu precisava de novos sonhos. Eu não tinha outra opção. Aproveitei as férias que já estavam marcadas, mas ao invés de ficar na Espanha, como era o plano, fui para Lisboa com o plano de arrumar emprego. Visitei 13 agências e na última consegui trabalho. Não foi fácil. Sofri preconceito por ser brasileira. E brasileira redatora. Meu visto de trabalho eu só consegui na segunda agência, um ano e meio depois. Estou contando isso para dizer que o maior investimento as cegas que fiz na vida, foi a coisa mais importante que já fiz na minha história. Minha biografia seria outra se não tivesse ido para Lisboa. Voltei no dia que senti que tinha vivido ali tudo que era para viver. Quatro anos depois.

A gente faz um serviço muito grande para a gente mesmo quando segue a intuição. Aproxime-se da sua. Não existe nenhuma outra pessoa capaz de saber o que é melhor para você a não ser você mesma. Sim, o medo vai querer dar seu palpite. Então você chama ele para sentar, mas apresenta as regras. Diz que ele pode ouvir os planos, pode dar palpite, pode apresentar todas as ideias que tiver, só que não pode decidir nada.

Era para ser um post prático e objetivo. Mas se fosse não seria esse blog. ; )

Quem quiser fazer alguma pergunta, faz aqui nos comentários. Assim mais pessoas aproveitam.

Boa sorte para quem vai e para quem fica. (No fim das contas é o mesmo trem)

Cris Leão

 

6 pensamentos em “Mudar de país com crianças

  1. Bem-vinda de volta. Concordo que um dos aspectos mais bonitos em mudanças desse tamanho são essas páginas a mais na própria biografia. Como toda a boa adversidade, é uma tremenda oportunidade de crescimento. Até mesmo os perrengues ganham seu brilho.

    Pedindo licença para sugerir um post: como foi para você a entrada nesse mundo de escolas Waldorf? Como você seus filhos reagiram no início? Meu filho acaba de entrar em uma e ainda fico um tanto perdido sobre o que esperar.

    No mais, parabéns por sua postura frente à vida.

    • Oi Renato, obrigada pelo carinho de sempre. Respondendo a sua pergunta, meus filhos eram muito pequenos. Minha filha tinha 1 ano e meio. E ficava de 9 ao meio dia na escola. Para ela foi ótimo. Porque a gente morava em um apartamento pequeno em Pinheiros, a escola tinha um quintal muito gostoso e a professora era perfeita para ela. Ela se sentia muito acolhida. Meu filho tinha 4 anos quando foi. Na primeira escola que ele entrou com 3 anos (não Waldorf), foi tudo muito estranho. Ele não se adaptou e nem nós. Quando eu entrei no Quintal do João Menino pela primeira vez, chorei de emoção. Aquilo era tudo que eu queria. E nem sabia que existia. Minhas crianças foram muito felizes e se desenvolveram muito por lá. Até hoje eles têm boas lembranças desse tempo. Um abraço e boa sorte na caminhada!

  2. Olá!
    Tb moro em SP, mas possivelmente estarei mudando p/ Miami ainda este ano. Tenho 2 meninos (um completará 3 em setembro e o outro 7 em julho. Este iniciou alfabetização este ano, na escola bilíngue). Embora todas as questões levantadas no post sejam importantes, a que mais me preocupa é justamente a escolar.
    Eu gostaria de uma idéia de valores de mensalidade das escolas Montessorianas, assim como essa da Ms Barby.
    A escola da Ms Barby fica em qual região? Funciona o ano inteiro?
    Obrigada por dividir suas experiências conosco!

    • Oi Daniela, o preço das mensalidades estão nos sites das escolas. A média de preço (que eu conheci) para escolas particulares é de 10 mil dólares por ano até 25 mil dólares por ano. (para cada criança) A escolinha da Ms Barby eu paguei o Summer Camp, então não sei o preço da mensalidade. O preço do Summer Camp lá foi U$160 por semana. O horário é de 8:30 até 14:30. Ela tem alguma disponibilidade para ficar além disso (acredito que até 16:30 no máximo) mas é cobrado a parte. (por hora) A região é Kendall onde eu morava. Boa sorte!

  3. Pingback: MUDAR PARA EXTERIOR COM FILHOS | Enciclopédia Materna

  4. Nossa! Gostei muito. Tenho pensado bastante nessa ideia de mudança, mas seria com meu marido e meu filho de 5 anos. O medo bate, mas essa crise nos afetou demais. Se você tiver informações de outros países, agradeço.

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